18/06/2013

Fotos : Montagem do Projeto de Carapicuíba

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O que eu faria se fosse prefeita (o) de Carapicuíba?

 

         Construiria uma cidade no qual seria boa para a população. Melhoraria as nossas escolas investindo mais na educação, não deixaria falta nada dentro delas.
         Eu investiria na saúde, pois, nossas crianças precisam de um hospital infantil só para elas, com bons médicos, enfermeiros e remédios a disposição delas.
         Precisamos de lugares para fazer, construir um shopping para a população de Carapicuíba, com muitas atividades para as crianças com: parques, cinemas, etc. Arrumaria também as nossas ruas dando mais seguranças aos nossos motoristas colocando mais sinalizações nas vias publicas.
        Investiria na construção de prédios e casas para uma moradia melhor com preço que a população pudesse pagar construindo assim novas creches gratuítas para que a população pudesse trabalhar tranquila em deixar seus filhos seguros.
        Abriria novas firmas e empresas para que tivesse empregados para nossa cidade com vários benefícios trazendo também um transporte digno e seguro para que nossa sociedade pudesse ir e vir com mais segurança e respeito e é assim uma nova Carapicuíba.

Escrito por : Nicole Alves 6ª série A

14/06/2013

População de Carapicuíba


A população do município de Carapicuíba é de 369.908 habitantes, de acordo com o último censo realizado pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgado em 1º de dezembro de 2010.

Bandeira de Carapicuíba


A nossa Bandeira lembra muito a do Brasil: um losango amarelo sobre um campo verde; no lugar do círculo azul celeste figura o Brasão de Carapicuíba. O campo verde é dividido em 4 áreas equivalentes, pois a Bandeira é esquartelada em cruz, sendo os quartéis verdes constituídos por 4 faixas amarelas carregadas de sobre faixas vermelhas, dispostas duas no sentido horizontal e duas no vertical e que partem dos vértices do losango amarelo central onde o Brasão municipal é aplicado.

Prefeitos anteriores e atual prefeito de Carapicuíba


AMOS MEUCCI

Mandato: 1969 – 1973










JOÃO ACÁCIO DE ALMEIDA
Mandato: 1973 – 1977











ANTONIO FAUSTINO DOS SANTOS
Mandato: 1977 – 1982 e 1965 – 1969










ALTINO DE A. ROCHA
Mandato: 14/05/1982 – 31/08/1982 (Interino)











EDMUNDO ALVES DE OLIVEIRA

Mandato: 02/09/1982 – 31/01/1983 (Interino)








LUIZ CARLOS ALVES NEVES
Mandato: 1983 – 1988









MILTON CAVALCANTE CHAGAS
Mandato: 1989 – 1992









JORGE IKEDA “POEIRINHA”
Mandato: 1997 – 2000









FUAD GABRIEL CHUCRE
Mandato: 2005 - 2008, 2001 – 2004 e 1993 - 1996  









Atual prefeito 




SÉRGIO RIBEIRO DA SILVA

Mandato : 2008 a 2011 , 2012 até 2015

Vídeo : Um pouco da História de Carapicuíba


Carapicuíba antigamente e atualmente

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.   

 Naquele tempo em Carapicuíba era bem diferente.
Lá atrás as pessoas tinham bastante dificuldade com o transporte que era feito com peruas que ajudavam muito no dia-a-dia das pessoas para ir trabalhar etc...
Não havia muitos hospitais, só em Osasco. Havia pouquíssimos mercados ou padarias.
As casas de muitas pessoas era de madeira, eram bem simples e o asfalto, quer dizer não tinha asfalto o chão era bem repleto de barro e havia poucas escolas para as crianças, muitas delas ficavam sem estudar, naquele tempo havia muita gente honesta, simples e trabalhadoras que lutavam para o sustento de sua família...
Hoje as coisas mudaram totalmente, mas ainda há muitas pessoas simples que não tem uma casa digna.
Voltado ao assunto, o tempo de hoje está muito evoluído como o transporte, está muito bom, já são bastante ônibus  para a sociedade há estação de trem e os hospitais aumentaram bastante e a hospitais mais perto das casas, das pessoas, que ajuda bastante, e nem fale dos mercados, aumentaram demais e a cada dia vejo mais e mais coisas evoluindo, a cada dia uma coisa nova.
Eu adoro morar nesta cidade.
Relato contado por : Maria de Lima Silva

Escrito por : Fernanda Vitória 6ªB

Carapicuíba minha vida

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  
Eu nasci em 1985 na cidade de Salvador, BA, aos 12 anos comecei a trabalhar e estudar.
Com 20 anos fui morar no Rio de Janeiro, fiquei morando lá três anos, depois voltei para a Bahia, comecei a trabalhar lá novamente, depois de algum tempo eu já tinha uma mulher é uma filha de 3 anos, vim morar em Carapicuíba por influência de um amigo.
Quando eu cheguei percebi que não era como pensei, o meu amigo sumiu e me deixou sem saber o que fazer, graças a uma pessoa muito boa que me abrigou e me ajudou quando cheguei consegui me estabilizar.
Depois de algum tempo achei que já era hora de trazer a minha mulher e a minha filha, fiquei morando de aluguel, passei por várias dificuldades, mas superei, depois comecei a estudar de novo, me formei, consegui minha própria casa que estou acabando de construir.
Hoje eu digo, consegui a minha casa, sou evangélico e tenho a minha família graças a oportunidade recebida nesta cidade linda que tem várias coisas para dar e receber.

Relato contado por : C.K
Escrito por : Natali C. Sousa 6ª B

Carapicuíba

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  

Eu nasci em 1973 aqui em Carapicuíba , moro há 40 anos aqui .
A avenida Inocêncio Seráfico foi aberta pelo exercito brasileiro ligando Carapicuíba a Raposo Tavares. A primeira linha de ônibus que veio para a Vila Dirce foi a antiga Himalaia que foi trazida pelos moradores , fazia final na Aldeia o antigo hospital Santa Clara.

Ate 1984 as ruas não eram asfaltadas, não tinha iluminação havia pouco comercio por causa da criminalidade, o índice era alto no Ana Stela havia toque de recolher após as dez horas. Há relatos de médicos que usavam armas de fogo em serviço por segurança, para entrar em outro bairro era de permissão para entrar em outro bairro se não ocorria brigas entre os grupos .

Os bairros parque Jandaia e Aldeia era tudo fazenda tinha lagoas e minas de água. As 40 casas onde eu moro só tinha mato, ficou esse nome porque no inicio só havia 40 lotes de terreno .
Hoje há muitas casas, centro comercial a cidade foi mudando e se transformou na Carapicuíba de hoje!

Relato contado por : Edson Luiz
Escrito por : Brenda Lucena 6° B 

13/06/2013

Carapicuíba crescendo com você

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  
Eu nasci em Minas Gerais, vim para Carapicuíba com meus pais e meus irmãos aos dois anos de idade. Aqui em Carapicuíba não tinha muitos recursos, era uma cidadezinha pequena que só tinha áreas verdes e algumas casas.
Meu pai era pedreiro e fez nossa casa, nós passamos por muitas dificuldades, pois não tinha emprego suficiente para sustentar todos. Hoje em dia moro aqui no Parque Jandaia, a cidade aumentou muito, também aumentou o número de empresas, lojas, prédios, casas e etc.
Agora as condições estão bem melhores, eu já tenho uma casa própria e um carro. Esperamos que Carapicuíba continue crescendo cada vez mais, para que assim possamos crescer juntos.

Relato contado por : Neuza Monteiro Rocha
Escrito por : Ariela Monteiro 6ª A

Carapicuíba antigamente

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  

Quando aqui cheguei, logo me assustei, minha cidadezinha no Piauí poderia ser tudo, mas era muito melhor do que aqui.
Aqui em Carapicuíba, as ruas não tinham asfalto, não existia farol, tinham poucos mercados, poucas farmácias, tinham poucos bancos, poucos mercados próximos, existiam poucas empresas de ônibus, etc. Carapicuíba era muito ruim.

Relato contado por : Jairan Pereira Ramos
Escrito por : Joice Ramos Rodrigues 6° B

Minha chegada à Carapicuíba

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  
Eu  morava no Paraná, trabalhava na roça todos os dias, plantava café, algodão, etc...
Cheguei em  São Paulo  tinha 12 anos , chegando aqui fui morar no jardim das flores, lá  comecei a trabalhar em  casa de família, cuidava  da casa e fazia comida.
Estudei só até a 4º série, porque tinha que  ajudar minha mãe a sustentar meus 15 irmãos, sou a mais velha, tenho 54 anos .
Depois de jardim das flores vim morar no Parque Jandaia, aqui  comecei a trabalhar em uma fábrica de blocos , o Parque Jandaia  evoluiu muito, naquela época quase não tinha casas e moradores na cidade e nesse bairro, praticamente não havia ninguém, aqui era tudo mato, barraco, entre outros.
O bairro  foi crescendo, crescendo. Aqui não tinha Helipark, Carapicuíba evoluiu muito, moro aqui há 37 anos . Os tempos que  vivi aqui não troco por nada!

Relato contado por : Celio Regino
Escrito por : Milene Madeiros  6° A 

Minhas lembranças de Carapicuíba

Este é um relato de memória de um morador (a) de nossa cidade, portanto, pode ter divergências da história real, o nosso objetivo é mostrar Carapicuíba através das lembranças de seus habitantes. Este trabalho está sendo realizado pelos alunos das 6ª série da E.E. Padre Antônio de Oliveira Godinho, nas aulas de Língua Portuguesa sob a orientação da professora Roselaine.  

Em 1970 a Dona Consolação nos contou que aqui em Carapicuíba no Parque da Aldeia não tinha asfalto e um ônibus que tinha na época recebeu o nome de “ Poeirinha” porque quando passava levantava muita poeira.
Não tinha grandes mercados, somente vendas, onde se comprava arroz e feijão por quilo e na Vila Dirce tinha uma outra venda que vendia somente um pão chamado Bengala e tudo era vendido por caderneta. Só tinha um Hospital chamado Santa Clara que atendia toda a população de Carapicuíba, onde hoje é o Alpha Med. Tinha algumas escolas e uma delas chamava-se Toufic. Onde hoje é a Delegacia da Aldeia era uma escola que era chamada de Jardim Itália, onde hoje fica o Meca que foi fundada em 1977, antes o Jardim Leonor só tinha mato e o proprietário do terreno era o senhor Adriano e a senhora Maria.
                Tinha uma senhora em 1977 que era neta de índio e naquela época tinham grandes festas na Aldeia e atraiam muitas pessoas nessa festa, dançava-se o  ‘’ Sacalaque ‘’ que é uma dança típica dos índios. E essa dança era o que os Índios usavam para homenagear a Cruz e Santa Catarina.
Carapicuíba era considerada uma cidade dormitório, pois não oferecia trabalho suficiente para a sua população que cresce cada dia mais, hoje tem aproximadamente 400.000 habitantes. Então fazem 43 anos que a Sra. Consolação mora em Carapicuíba.


Relato contado por : Sra. Consolação
Escrita por : Julia 6º A
Colaboração de : Maysa e Fernanda 6ª B